sábado, 21 de janeiro de 2012

Seis maneiras fáceis de melhorar suas fotografias



Corrigindo o que os novos equipamentos não conseguem corrigir


O tempo que você gasta tentando descobrir como melhorar suas fotos pode fazer uma grande diferença na qualidade de sua fotografia.


Por Charlotte K. Lowrie

Em fotografia, há dois fatores básicos: o primeiro é o planejamento — a maneira que você tira suas fotos (planejamento, produção e disparo); o segundo é o equipamento (câmeras e acessórios). Embora os dois fatores possam melhorar suas fotos, a maioria das pessoas acredita que os novos equipamentos é o fator mágico que transformará as fotos comuns em fotos premiadas. Você sabe a que tipo de argumento eu me refiro: "Adquira a câmera ou scanner mais recente e de maior resolução e você terá fotos melhores". Isso pode funcionar para equipamentos realmente antigos, mas novos equipamentos não irão corrigir a maneira como você tira fotografias.

Falo por experiência própria. Comprei recentemente novos equipamentos e, com certeza, a qualidade da imagem— a resolução —saltou às alturas (e o tamanho do arquivo de imagem também!), mas o tipo de imagens que eu obtive— a qualidade —não mudou. Apesar de ter gasto uma quantia suficiente para manter, por um ano, um pequeno país de Terceiro Mundo, cheguei à conclusão de que, para obter melhores fotos, eu deveria melhorar a maneira como fotografo. Parece simplista, mas na corrida por novas e melhores tecnologias, esse é um ponto facilmente desprezado.


O hábito de segurar a câmera com as mãos em velocidades lentas do obturador foi um dos que decidi eliminar.


Então, passei duas semanas das férias organizando a "coisa" do planejamento e desenvolvi uma lista pessoal de técnicas de aperfeiçoamento. A lista evoluiu durante as duas semanas, de modo que algumas técnicas foram mais exploradas que outras. Embora seja minha lista pessoal, creio que uma ou mais dessas técnicas poderá ser útil também em suas fotografias.

1. Pare de cometer sempre os mesmos erros

Identifique o problema: Passei uma tarde analisando arquivos de fotos. Identifiquei padrões. Fosse resultado de pressão de tempo ou de velhos hábitos, notei que minhas fotos ruins tinham os mesmos e cansativos defeitos. Certamente, há muito do que se lembrar antes de pressionar o botão do obturador, mas (eu tinha de me perguntar) de quantas maneiras posso estragar o que poderia ter sido uma boa foto?

Por exemplo, um embaraçoso padrão era minha persistente tendência para "foto instantânea": tirar a fotografia óbvia, sem explorar alternativas que poderiam dar à imagem mais impacto e interesse. Outros padrões que notei incluíam:

Posicionamentos óbvios com cenas de iluminação misturada e cenas que combinavam iluminação extrema (áreas muito escuras e muito claras na cena).
Achar que posso segurar a câmera com as mãos em velocidades lentas do obturador, e, o que é pior, sempre depois tentar resgatar no computador as imagens com pouca nitidez. Uma tolice, realmente uma tolice, já que possuo um tripé adequado (embora pesado e trabalhoso de montar).
Tentar enganar o enquadramento interno da câmera (quase a mesma coisa que não ver a foto "real") ou focar um lado ou o outro de onde o foco deveria estar. Detesto quando isso acontece, especialmente quando acontece com regularidade.
Resolva o problema: Pesquisei sobre como resolver problemas tais como iluminação misturada e diferenças de iluminação extrema. Fiz uma lista dos meus padrões de problemas em um cartão e coloquei esse cartão em cima da minha câmera. Não gosto de ter pequenos papéis pendurados por todo lugar, e sabia que isso me irritaria, o que me forçaria a manuseá-lo — e lê-lo— antes de usar a câmera.

2. Compare suas fotos com as que você gostaria de ter tirado


Agora eu tento ver as coisas de maneira que dê ao observador uma sensação do assunto ou da experiência.

Compare seu trabalho com outras fotos: Na tarde seguinte, consultei uma pilha de revistas, livros e publicações que venho colecionando. Encontrei fotos do tipo das que eu tiro com freqüência e as recortei ou as marquei. Em seguida, peguei meu arquivo e combinei as fotos por categoria. Por exemplo, separei minhas fotos de paisagem com as fotos profissionais de paisagem, minhas fotos de natureza morta com as fotos profissionais de natureza morta e assim por diante. Então, as comparei lado a lado.

Tente novas abordagens: O objetivo deste exercício era determinar maneiras que pudessem melhorar minha abordagem de tipos específicos de fotografias. Como não gosto de copiar o trabalho de ninguém, seja um estilo profissional ou uma técnica padrão, estudei as diferenças entre as fotos que coleciono e minhas próprias fotos, procurando variações que dariam às minhas fotos mais força criativa sem copiar o método de outra pessoa. Para cada categoria de fotos, fiz uma lista inicial de impressões e idéias. Esperei alguns dias e depois revi a lista de idéias. (Para mim, o tempo de espera é uma incubação, o tempo necessário para que eu refine as idéias.)

Escolhi uma das categorias e experimentei a abordagem que tinha pensado antes. Em alguns casos, percebi de imediato que precisaria fazer mais pesquisa e experiências. Em outros, a abordagem simplesmente não funcionou. Ao tempo em que escrevo este artigo, continuo testando e revisando minhas novas abordagens.

3. Espere um longo tempo antes de começar a fotografar


Quando comecei a fotografar, eu tinha o sentimento da atividade diária do mercado, incluindo esta rotina de jogar gelo no peixe durante todo o dia.

Entenda porque é bom esperar: A idéia de esperar para fotografar é algo que aprendi, mas que não vinha praticando regularmente, como ficou claro em algumas das minhas fotos. Reservar tempo para conhecer o assunto, seja um local ou uma pessoa, quase sempre produz melhores fotos que focalizar e tirar uma foto do primeiro objeto que cruzar o visor.

Seja paciente: Para quebrar meu padrão de tirar fotos óbvias, fui ao Pike Place Market, em Seattle, em uma manhã. Embora estivesse com a câmera pronta, me forcei a dar uma volta e sentar em várias áreas do mercado e observar a atividade. Conversei com vendedores, lanchei rosquinhas com café e observei mais algumas coisas. Em torno do meio-dia, eu tinha o sentimento da atividade e fluxo do mercado, para não mencionar que, para minha alegria, a luz tinha mudado de um cinza monótono para moderadamente ensolarado.


Conheci pessoas que me permitiram fotografar de pontos privilegiados, aos quais eu não teria acesso normalmente.


Em vez de fotografar aleatoriamente conforme me deparava com a cena ou o assunto, esperar para fotografar me deu a percepção clara de onde estavam e quais eram as melhores fotos. Durante o tempo de reconhecimento no Pike Place Market, fiz novas amizades que me permitiram fotografar de pontos privilegiados, aos quais eu não teria acesso normalmente. Além disso, notei que, embora tenha tirado o mesmo número de fotografias, havia me concentrado em poucos locais e obtido melhores resultados.

4. Fotografe instintiva e rapidamente

Focalize e fotografe agora: Embora esta dica pareça contradizer a anterior, vejo-a como complementar à dica de esperar para fotografar. Em qualquer cena, há fotos que percebi em um instante com o canto dos olhos ou sobre os ombros enquanto caminhava. Há ainda aquelas fotos "perfeitas" que pedem que as fotografemos sem hesitação.

Fotografe rapidamente: Fotos rápidas e instintivas são imagens fáceis e necessárias para fotógrafos de esportes e de noticiários, mas a fotografia por instinto não me vem naturalmente. Para capturar momentos espontâneos, percebi que tinha de ensinar a mim mesmo a literalmente focalizar e fotografar, fazendo o melhor que pudesse com as configurações e a composição sem perder a foto. O resultado de minhas primeiras fotos instintivas foi uma miscelânea. Certamente, essas imagens precisaram de mais trabalho no computador que minhas outras fotos. Para obter boas fotos rápidas, tenho de conhecer os controles da câmera por dentro, por fora, e de trás para a frente. Enquanto não me torno boa em fotos rápidas, continuo praticando em casa com um cãozinho que me oferece inúmeras oportunidades de fotografia por instinto.


Meu treinamento para fotografias rápidas é ainda um trabalho em andamento, mas o instinto produziu esta foto de um desfile de carnaval em movimento.


5. Fotografe novamente

Seja seu próprio crítico: À medida que eu revisava minhas fotos, instantaneamente sabia como deveria fotografar a imagem de maneira diferente. Embora eu retorne regularmente às cenas para fotografá-las novamente, em geral é para obter uma iluminação diferente ou para fotografar de um ponto ou perspectiva privilegiada.

Revendo minhas imagens, na maioria das vezes achei que deveria mudar a composição ou focalizar em aspectos mais específicos da cena ou do assunto.

Na minha auto-crítica, percebi que tempo, experiência e o desenvolvimento de um estilo pessoal influenciavam na minha avaliação de como deveria fotografar novamente o assunto.






Uma terceiro retorno ao mesmo local foi o charme: as motocicletas e a iluminação eram os elementos que faltavam nas fotos anteriores.

Continue voltando: Se o assunto valeu a fotografia na primeira vez, as chances são boas de que valerá a pena fotografá-lo novamente, com e a partir de uma nova perspectiva, de um ângulo diferente ou de um ponto privilegiado, e com uma iluminação diferente. Porém, o mais importante é que quanto mais você retorna e fotografa, mais familiar se torna com o assunto e melhor ficam suas fotos.

6. Peça uma segunda opinião

Peça opiniões: Felizmente, no escritório há vários amigos fotógrafos entusiastas que também têm grande visão para fotografia. Regularmente, compartilhamos fotos e trocamos críticas. Por meio dessa troca contínua, vejo imagens através dos olhos deles e adquiro assim uma visão mais objetiva. Discutimos todos os aspectos de nossas imagens, como maneiras diferentes pelas quais a imagem poderia ser enquadrada para oferecer mais impacto ou como uma abertura diferente seria mais conveniente para passar a mensagem.


Esta foto instintiva se tornou uma de minhas favoritas.

Escolha a quem perguntar: Se você tem amigos que gostam de fotografia, combine uma reunião em que vocês possam trocar idéias e opiniões honestas sobre as fotos uns dos outros. Ou simplesmente saia perguntando: qualquer pessoa com um olhar para design, composição e estilo pode lhe oferecer um valioso comentário. Mesmo amigos e familiares que conheçam pouco de fotografia verão elementos em suas fotos que você pode não ter notado. Quase todas as opiniões oferecem excelentes idéias e novas percepções.

Essa auto-avaliação fez diferença para mim? Sim, mesmo em curto prazo. E eu espero que faça uma mudança ainda mais notável no longo prazo. Você pode não querer passar suas férias (como eu fiz) analisando suas fotos, mas essas idéias podem ser tentadas em uma tarde ou em um fim de semana. Qualquer que seja o tempo de que você dispõe, invista em sua fotografia. Tenho certeza de que você achará que esse tempo valeu a pena.




Dominando o básico: medição de luz para obter grandes fotos






Paul E. Contrast

Na primeira parte da série sobre medição, dissemos que o medidor interno da câmera "vê" a tonalidade média ou 18% de reflexão. Neste artigo, vamos explicar como o medidor da câmera "lê" a luz.

Embora haja tantos modos de medição quanto tipos de câmeras, a maioria deles encontra-se entre quatro categorias básicas.

Medição de ponto

Como o nome indica, esse medidor "lê" a luz de um pequeno ponto ou segmento do cenário total. A vantagem desse medidor é que você define com precisão a área para leitura do medidor.


Essa foto foi tirada usando a medição de ponto.

A desvantagem desse tipo de medidor é que você precisa definir a área de leitura do medidor. Vamos ver esses conceitos um de cada vez. O medidor de ponto só "lê" uma pequena seção do cenário total e assume que tudo possui 18% de reflexão. Mesmo um pequeno erro ao estimar a reflexão do assunto pode levar a usar o valor errado de compensação de exposição, causando uma exposição inadequada. Tais características tornam esse medidor muito difícil de usar. Entretanto, uma vez que você tenha aprendido a usar o medidor de ponto, ele pode se tornar uma das melhores ferramentas para obter grandes fotos.

Medição de proporção média central

Talvez um dos medidores mais comuns, o medidor de proporção média central é usado por quase todas as câmeras automáticas e todas as câmeras monoreflex com foco manual. Esse medidor "lê" a luz de uma grande seção do cenário, avalia-a criteriosamente e, em seguida, calcula a proporção média com base no restante do cenário.


Essa foto foi tirada usando a medição de proporção média central.


A área de medição central é definida, em muitas câmeras, como um grande círculo de 12 mm no meio da área de imagem do visor. Um medidor de proporção média central comum é o de 75/25. Esse medidor obtém 75% da leitura de dentro da área central, e os 25% restantes, da área de fora. Uma área maior para medição permite um maior "fator integrante" e é mais fácil de usar. Entretanto, é importante lembrar que a área medida tem de atender à média de 18% de reflexão. Você ainda precisa usar a compensação de exposição manual para reflexões diferentes da média de 18%.

Medição multipadrão

Às vezes chamado de medidor avaliador, esses medidores possuem vários segmentos de medição diferentes, em geral dispostos ao redor dos sensores de foco automático da câmera. O usuário primeiro escolhe um sensor de foco automático e a câmera forma um pequeno medidor de proporção média central em torno do sensor de foco automático ativo. Assim, a câmera avalia onde o usuário está focalizando e faz a medição em torno desse ponto. Com a exceção de estar localizado em torno do sensor de foco automático ativo, em vez de no centro da área de imagem, esse medidor trabalha de maneira semelhante ao medidor de proporção média central. A principal diferença é que somente a área do ponto focalizado é medida, e não o restante do quadro.

Medição matriz da Nikon


Essa foto foi tirada usando a medição matriz.

O medidor matriz não só usa vários segmentos de medição dispostos ao redor dos sensores de foco automático da câmera, como também usa um banco de dados de situações fotográficas reais. O banco de dados, um recurso exclusivo da Nikon, determina a quantidade de compensação de exposição necessária e a aplica automaticamente à imagem a ser fotografada. O medidor possui vários segmentos que cobrem toda a área de imagem. Cada segmento é medido individualmente e a ele é atribuído um nível de luz. Esses níveis de luz formam um padrão de contraste. Os níveis de luz mais os padrões de contraste são usados como filtros no banco de dados para localizar a compensação de exposição adequada ao cenário dado.

As câmeras mais novas também usam informações sobre o status e a distância do foco, além das informações sobre o nível de luz e contraste. Os modelos Nikon D1 e Nikon F5 até acrescentam informações de reconhecimento de cor ao conjunto de medidas. As informações sobre cor permitem que o medidor "reconheça" as cores e matizes dessas cores. Agora o banco de dados de medição de cor pode compensar automaticamente o verde da grama (uma compensação positiva) e o verde da floresta (uma compensação negativa). Observe que ao usar esse tipo de medidor não se deve usar nenhum tipo de compensação de exposição manual. O medidor ajustará a exposição automaticamente. Se você ajustar a compensação de exposição manualmente, os dois ajustes serão somados. Por exemplo, imagine que você esteja medindo um campo coberto de neve. Você pode aplicar uma compensação de exposição de "+2" ao cenário. O medidor já aplicou uma compensação de "+2", e se você também adicionar "+2", terá uma compensação de "+4".

Medidor: o melhor para cada situação

A pergunta agora é que medidor usar e quando usá-lo. Usados adequadamente, todos os quatros sistemas de medição produzem grandes resultados. A maioria de nós aprendeu fotografia com um medidor de proporção média central e ele continua sendo a melhor ferramenta durante o aprendizado da fotografia. O medidor de proporção média central é comumente chamado de "medidor para aulas de fotografia". O medidor de ponto é para o usuário mais avançado. A habilidade de definir com precisão uma área dentro do cenário, tirar a leitura do medidor e aplicar a compensação de exposição é obrigatória entre fotógrafos entusiastas. Os medidores multipadrão e matriz são perfeitos para situações de mudança brusca na iluminação e situações de iluminação muito complexas. Esses medidores também são úteis quando você está buscando bons resultados com o mínimo de esforço, como em festas de aniversário, encontros familiares e situações de iluminação semelhantes.

Quando estiver experimentando algo novo, como um medidor, lembre-se de tomar notas detalhadas, de modo que possa revê-las com suas fotos. E lembre-se: a maioria de nós não aprendeu nada até cometer um erro.

sábado, 21 de maio de 2011

40 dicas sobre fotografia digital

40 dicas sobre fotografia digital

Saiba como escolher o modelo ideal e aprenda alguns truques para melhorar a qualidade das fotos antes de publicar seu álbum na web
Segundo um levantamento da Photo Marketing Association (PMA), a fotografia digital já é quase um produto de massa nos Estados Unidos, onde está presente em 20% das residências. As câmeras digitais não param de avançar sobre as similares convencionais: 16% das digitais compradas em 2002 substituíram câmeras de filme. E como 40% dos modelos vendidos tem 3 megapixels ou mais, a demanda por impressões cresceu junto. Os laboratórios comerciais imprimiram 700 mil fotos convencionais a menos, enquanto as impressões digitais aumentaram em 1,3 milhão. Se você ainda tem dúvidas sobre o assunto, chegou a hora de esclarecê-las!

1) Na hora de escolher uma câmera, pense qual será sua utilização. Se quiser imprimir as fotos, opte por uma câmera com resolução de, no mínimo, 5 megapixels (as melhores amadoras chegam a 12 MP). Se for usar as fotos apenas para a Web, a resolução pode ser mais baixa.

2) Não se deixe enganar pelo zoom: o que vale é o zoom ótico, por isso procure saber o quanto ele aproxima. O zoom digital é útil em determinadas circunstâncias, mas lembre-se que sua aproximação envolve perda de qualidade.

3) Invista em memória extra. Geralmente, as câmeras vêm acompanhadas de um cartão “pequeno”. Gaste um pouco mais para adquirir um cartão de no mínimo 64GB para não ter que se preocupar com falta de espaço.

4) Os cartões mais usados são dos padrões CompactFlash e SmartMedia, além dos Memory Stick, da Sony, Secure Digital e MMC. O CompactFlash já existe em capacidades muito maiores do que os demais e costuma ser mais barato.

5) Algumas câmeras aceitam lentes, ou conversores, como grande-angulares (à direita) e teles. Se o uso desses acessórios interessar, procure saber quais modelos os aceitam e que lentes compatíveis existem no mercado.

6) Algumas digitais têm entrada para flash externo (que são melhores que os embutidos) e muitas permitem o ajuste manual de compensação de exposição. Fique
atento a esses detalhes se quiser um equipamento de primeira!

7) Fotografar com pouca luz ou com zoom muito grande fica bem mais fácil com o uso de um tripé. Como as câmeras digitais costumam ser muito leves, vale colocar um peso (como a sua bolsa) no centro do tripé para estabilizá-lo.

8) Na fotografia digital, a bateria costuma acabar muito antes do “filme”. Compre pelo menos uma extra. As melhores são as de NiMH. Opte por elas mesmo que a câmera use pilhas comuns (compre recarregáveis, como essas à direita).

9) Algumas baterias são carregadas na própria câmera, através de um adaptador AC. Esse tipo de bateria demora bem mais para carregar do que as que possuem um carregador separado e impedem a utilização da câmera.

10) Para economizar bateria, evite usar o monitor LCD, que gasta muita energia, e use o visor ótico (se a câmera tiver um). O flash também deve ser evitado ou substituído pelo externo, com bateria própria.

11) Tome cuidado com o calor e a umidade excessivos. As digitais são mais sensíveis que as tradicionais. Em lugares muito frios, o problema é a duração reduzida da bateria. Aquecê-la dentro do casaco ajuda.

12) Procure uma câmera que tenha buffer, que permite tirar fotografias durante o processamento da foto anterior (geralmente as câmeras digitais exigem um intervalo de tempo entre um clique e outro).

13) Para evitar o atraso entre o apertar o botão e a captura da foto, muitas câmeras podem ser pré-focalizadas com um leve toque no disparador. Mantenha-o pressionado e termine de apertar só na hora exata.

14) As câmeras geralmente têm ajuste automático e manual de flash, exposição e sensibilidade (ISO). Não se prenda ao automático. Teste diversas situações, com diferentes ajustes. Afinal, você não gasta filme!

15) Algumas câmeras têm monitores LCD giratórios ou articulados que permitem sua
utilização em ângulos pouco convencionais. Se a sua for uma delas, experimente tirar fotos do alto ou próximas ao chão.

16) Outra vantagem do monitor LCD é o enquadramento exato. Nos visores óticos das câmeras amadoras o enquadramento é apenas aproximado e detalhes como foco e luminosidade são desprezados.

17) O visor LCD também serve para ver as fotos que você tirou. Algumas câmeras ainda mostram informações sobre a foto e têm recurso de zoom para ampliar detalhes da imagem, ótimo para verificar se ela está em foco ou não.

18) Se você quiser conferir os ajustes usados para tirar determinada foto, verifique se o programa de gerenciamento que veio com ela permite a visualização das informações EXIF no computador.

19) As câmeras vêm com um software para transferência das fotos para o micro; além de duas opções de cabos: serial e USB. Se o seu PC tiver entrada USB, nem tente transferir as fotos pela (leeeenta) porta serial.

20) A melhor opção na hora da transferência são os leitores de cartão de memória, vendidos separadamente. Não tem nada mais rápido e simples de usar e ainda economizam a bateria da câmera!

21) As digitais de nível profissional, conhecidas como DSLRs, estão cada vez mais baratas (ou menos caras). Já é possível encontrar modelos de 6 MP a partir de US$ 1,4 mil nos Estados Unidos.

22) Ao partir para uma DSLR, no entanto, é bom lembrar que as lentes são vendidas separadamente e chegam a custar mais do que a câmera. É coisa para profissional ou para quem leva o hobby a sério.

23) Chegou a hora de editar as fotos! O programa mais usado pelos profissionais é o Photoshop (http://www.adobe.com.br), mas alternativas como o PaintShop Pro (http://www.jasc.com) e o PhotoShop Elements são bem mais acessíveis.

24) Não acertou no enquadramento? Siga o exemplo acima e corte a foto com a aproximação que desejar, mas sem deixar que ela perca sua qualidade. Se decidir enfatizar apenas um detalhe, uma câmera com resolução maior faz diferença.

25) Um jeito simples de conferir se a qualidade foi alterada: na hora do corte, a foto tem que diminuir ou permanecer do mesmo tamanho. Para não errar, não estipule a resolução da imagem e veja se o valor final ficará muito abaixo do original.

26) Caso a dimensão da imagem aumente na hora do corte, significa que o programa inventou pixels através de uma técnica chamada interpolação para atingir a resolução recomendada. A qualidade, obviamente, não será a mesma (a foto fica pixelada).

27) Para cortar as imagens segundo o padrão da fotografia convencional, estipule as dimensões para sua foto em 10×15 cm. Lembre-se de que sempre é possível imprimir em outros tamanhos e proporções (o popular 3x4cm, por exemplo).

28) Você também consegue melhorar bastante as tonalidades de sua fotografia com a ferramenta Levels, mesmo usando apenas o modo automático. Outra ferramenta para melhorar a tonalidade e a claridade é o brightness/contrast.

29) As funções de remoção de olhos vermelhos dos softwares nem sempre funcionam bem. Use com cuidado e em casos realmente necessários. O melhor é prevenir com o redutor de olhos vermelhos da câmera ou, se possível, um flash externo.

30) Uma das opções de renderização é a ferramenta Lens Flare, que permite colocar luz em certos locais. Na imagem abaixo, por exemplo, colocamos um sol falso, como uma das diferentes formas de iluminação disponíveis.

31) Fotos desfocadas podem melhorar um pouco usando as funções sharpen e unsharp mask. Essas funções tornam as fotos mais definidas. Mas não abuse desse recurso ou suas fotos vão ficar pixeladas. Para desfocá-las, use o Gaussian Blur.

32) Além do sharpen, existem diversos outros filtros que produzem efeitos especiais em suas fotos. O ideal é tirar um tempo para testá-los um a um, criando efeitos como distorção e mosaico. Também é possível baixar mais filtros pela Web.

33) Alguns softwares aceitam a definição de “ações”, conjuntos de procedimentos automatizados para se obter determinado efeito. Elas também podem ser baixadas na Internet: basta fazer uma busca por “Photoshop actions”, por exemplo.

34) Evite o formato JPEG enquanto estiver trabalhando as fotos, pois cada vez que salvá-las estará perdendo um pouco de detalhe, já que a compressão usada degrada a imagem. Prefira os formatos TIFF ou PSD durante a edição, pois são considerados “lossless”, ou sem perda. Depois da edição, salve sua imagem como um arquivo JPEG e compressão média ou alta (mas nunca máxima, que não vale à pena). Este arquivo produz fotos com boa resolução com um tamanho relativamente pequeno e pouca perda, além de ser ideal para a Internet.

35) Imprimir em casa não é uma opção barata. Prefira serviços de impressão de fotos digital, como o e-Fotos (http://www.e-fotos.com.br)ou o PlanetFoto (http://www.planetfoto.com), que garantem impressão com qualidade fotográfica a preços razoáveis.

36) Se quiser imprimir em casa, procure ter uma impressora de alta resolução e com seis cores de tinta, melhores que os de quatro. Os modelos com visor digital e entrada para cartão digital, que dispensam o computador, já começam a chegar ao Brasil.

37) Outro detalhe importante é a qualidade do papel fotográfico. O ideal seria testar alguns dos melhores fabricantes para ver qual se adapta melhor à sua impressora ou usar o papel da mesma marca da impressora, de compatibilidade garantida.

38) Organize álbuns digitais. Algumas opções são os sites Álbum Digital (http://www.albumdigital.com.br), Yahoo! Fotos (http://br.photos.yahoo.com) e e-Fotos, além dos fotologs (crie uma conta em um serviço de blog ou em sites como Fotolog.net).

39) O que aparece na sua tela não é necessariamente o que os seus amigos verão nas deles e muito menos o que sairá na impressão. Para calibrar o monitor, siga as instruções em http://www.emanuel-marques.com/conteudos/calibr-monitor.html.

40) Guarde um CD de back-up das fotos originais sempre atualizado, de preferência em outro endereço físico. Falhas de hardware são mais comuns do que pensamos e suas recordações digitais provavelmente são insubstituíveis.

Fonte: Artemagnetica

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

A Fotografia e a Arte.

Fotografia é a arte de fixar a luz sobre uma superfície qualquer, normalmente de maneira ordenada e similar à nossa visão, formando uma imagem que reproduz o efeito da luz refletida ou incidente sobre os objetos.

Para tal, é geralmente utilizada uma câmara escura, capaz de formar uma imagem com a luz, e tendo um agente fotossensível capaz de registrar essa imagem. Há outras maneiras de se obter uma imagem ou uma forma com a incidência de luz, mas o termo é genericamente associado ao processo com uma câmera fotográfica.

A nomenclatura vem do grego Photos = Luz / Graphos = escrita, portanto, "escrita da luz". A fotografia depende basicamente de quatro elementos: luz, câmera, superfície ou emulsão fotossensível e agentes químicos capazes de processar a imagem formada na emulsão. No caso da fotografia digital, a imagem é codificada segundo o formato escolhido (JPEG, RAW, TIFF, Etc.), e depois decodificada em programas específicos, que permitem sua visualização eletrônica.

As fontes de luz, tanto as artificiais como a luz solar, são as responsáveis pelo fenômeno fotográfico, sendo os outros elementos um conjunto que, quando utilizados da maneira correta, permitem apreender a luz numa base emulsionada, acetato positivo, negativo ou papel. Portanto, a fotografia nada mais é do que a arte de desenhar com a luz, encontrando equilíbrio entre o claro e o escuro, e assim moldando texturas de objetos fotografados.

domingo, 5 de julho de 2009





ESTUDIO MONTAGEM

Book com Iluminação Halógena Deve-se levar em conta na hora de optar pela iluminação halógena para fotografia de modelos, a quantidade de calor que é gerada pelas lâmpadas desse tipo, que acabam por tornar o ambiente fotográfico um tanto quanto "desagradável". Também é necessário considerar o alto consumo de energia das lâmpadas de 1000W, já que, quando são acesas mais de 3 dessas lâmpadas em um ambiente fotográfico sem uma preparação adequada da rede elétrica, pode-se ter disjuntores caindo a todo o momento. A maioria das câmeras digitais disponíveis hoje em dia no mercado, são dotadas do recurso "white-balance". Devido à cor amarelada emitida pelas lâmpadas halógenas (3200ºKelvin), faz-se necessário o uso do recurso "white-balance" para que a câmera "enxergue" essa luz como se fosse branca. Existem vários tipos diferentes de iluminadores que podem ser usados neste tipo de iluminação, cada qual com suas características próprias. Muitos destes iluminadores são usados na iluminação para filmagens (vídeo). Outro ponto a ser levado em consideração na hora da escolha é a relação custo benefício (preço X horas de vida útil) das lâmpadas que são utilizadas nestes iluminadores. Existem iluminadores halógenas que aceitam os mesmos acessórios usados na linha de flashes de estúdio, que é o caso do Tubo Base Halógena (que pode trabalhar com lâmpadas de 300W ou 650W) com encaixe para hazys, softs, refletores e até mesmo alguns modelos de sombrinhas. O vídeo light 1000 também pode trabalhar com sombrinhas, mas devido ao grande calor gerado, é recomendável que se use somente sombrinhas prateadas, douradas ou difusoras, evitando o uso com sombrinhas plásticas. Se esta for mesmo a sua opção, o melhor é optar pelo Tubo Base Halógena, ou então pelo Colortek 1000 Octo, que recentemente ganhou novos acessórios (hazy light de 0,50 x 0,50m, 0,70 x 0,70m, 1,00 x 1,00m e soft 90 x 90cm). Caberá na opção de iluminação com luz halógena a mesma configuração usada na opção com flashes de estúdio:
Luz Principal:
Um ou dois pontos de luz (4 opções)1. Vídeo Light 1000 com Sombrinha Prateada e Tripé2. Tubo Base Halógena com Hazy, Soft ou Refletor Angular e Sombrinha Prateada com Tripé3. Colortek 1000 Octo, com Hazy Light e Tripé4. Soft Light 2000 halógena com tripé adequado
Luz de Fundo:Um ou dois pontos de luz (2 opções)1. Tubo Base Halógena com Refletor Base Colméia, Bandeira em metal e Tripé2. Colortek 1000 Octo com Bandeira em metal e Tripé
Luz de Cabelo:Um ponto de luz (2 opções)1. Tubo Base Halógena com Snoot e Girafa ou Grua2. Colortek 1000 Octo com Bandeira em metal e Girafa ou Grua
Book com Luz Fria
A luz fluorescente tem se mostrado muito eficiente para a captura digital principalmente para a foto de produtos. Existe também quem opte por esse tipo de luz para fotografar modelos. Neste caso também se pode fazer necessário o uso do recurso "white-balance" para que a câmera "enxergue" essa luz como se fosse branca, dependendo do tipo de lâmpada fluorescente usada. Este tipo de iluminador não permite o uso de acessórios e portanto, a configuração de um estúdio com luz fluorescente fica restrita ao uso simples com luz direta, já que as lâmpadas fluorescentes têm como característica própria, a emissão de luz suave. Teremos então dois iluminadores fluorescentes para luz principal e um ou dois para luz de fundo. Fica um pouco complicado colocar uma luminária desse tipo para iluminar o cabelo da modelo, mas isso não é impossível. Por tratar-se de um tipo de luz que não proporciona grandes aberturas, é mais usada para fotos em closes, com a luminária bem próxima da modelo.
Fotografia de Produtos com Flash Na fotografia de produtos para publicidade com câmeras digitais, o flash também é uma ótima opção. No entanto, não são todas as câmeras fotográficas digitais que têm conexão (saída PC ou encaixe para sapata com saída PC) para fazer disparar os flashes de estúdio. Portanto é necessário saber se sua câmera digital tem esse recurso. Em alguns modelos de câmeras que não possuem nenhum tipo de conexão desse tipo, ainda é possível "driblar" esse inconveniente, adaptando uma fotocélula na extremidade de um cabo de sincronismo e colocando-a estrategicamente, de modo que a mesma receba a luz do disparo do flash interno da câmera digital, fazendo disparar também os flashes de estúdio. É importante observar nesse caso que a luz emitida pelo flash interno da câmera, deve atingir somente a fotocélula e não deve atingir o objeto da foto, bastando para isso que se use um pequeno bloqueador de papel preto, ou outro material, colado com fita adesiva ou preso com elástico ao corpo da câmera. Outro recurso interessante que algumas câmeras digitais trazem, é a possibilidade de se fazer "white-balance" com a luz dos flashes. Se você está certo de que sua câmera tem os recursos necessários para disparar flashes de estúdio, outro ponto a ser levado em consideração na hora da escolha do modelo do flash, é a variação de aberturas de que dispõe sua câmera. De acordo com essa variação, pode-se escolher um modelo de flash que combine com sua câmera.
Hazys e Softs
A vantagem de usar hazy light ou soft light acoplado ao flash está na luz difusa que eles proporcionam e também nas sombras suaves que são projetadas, além da possibilidade de usar estes mesmos acessórios na fotografia de modelos. A difusão da luz será maior, quanto maior for o tamanho do hazy ou soft e quanto mais próximo este estiver do assunto, portanto, colocar mais tecidos difusores (nylon branco) internos ou externos, apesar de ser possível, nem sempre implica em maior difusão da luz. Sendo assim, se você pretende tirar fotos de modelos e também de produtos com o mesmo equipamento, os softs ou hazys são a melhor opção. O soft é retangular enquanto o hazy é quadrado. Os modelos de softs strip (140 X 35 e 90 x 25cm) são mais indicados para efeitos, ou para fotos de produtos que necessitem dess formato de luz, enquanto que os demais modelos, inclusive os hazys, são para tomadas gerais. O soft também ajuda a evitar, devido a seu recuo, que a luz emitida pelo flash e filtrada pelos 2 tecidos difusores (interno e externo) incida diretamente na lente da câmera.
Configuração de um estúdio com Flash para fotografar produtos de pequeno ou médio porte:





OpÇÃo 1:Apenas um ponto de luz
1 Flash de estúdio adequado aos recursos da sua câmera
1 Hazy ou Soft Light no maior tamanho possível, levando em conta o espaço físico disponível
1 Girafa ou Grua para suportar o flash e seu acessório de modo que a luz venha de cima para baixo
1 Mesa de Still de acordo com suas necessidades.
1 Rolo de Papel Branco para foto de produtos.
2 Rebatedores Laterais para direcionar a luz para as laterais do produto

OpÇÃo 2:Três pontos de luz
3 Flashes de estúdio adequados aos recursos da sua câmera
3 Hazys ou Softs no maior tamanho possível, levando em conta o espaço físico de disponível
1 Girafa ou Grua para suportar o flash e seu acessório, para iluminar a parte superior do produto, de modo que a luz venha de cima para baixo
2 Tripés para sustentar os Flashes que iluminarão as laterais e/ou a parte frontal do produto.
1 Mesa de Still de acordo com suas necessidades.
1 Rolo de Papel Branco para foto de produtos.
1 Refletor Parabólico ou outro modelo para ser eventualmente usado em um dos flashes no lugar do hazy ou soft, para iluminar a mesa de still de baixo para cima eliminando assim, eventuais sombras indesejáveis e "limpando" o fundo, deixando-o totalmente branco.
1 Tripé pequeno tipo base redonda ou back-light


Fotografia de Produtos com IluminaÇÃo HalÓgena

Deve-se levar em conta na hora de optar pela iluminação halógena para fotografia de produtos, a quantidade de calor que é gerada pelas lâmpadas desse tipo, que acabam por tornar o ambiente fotográfico um tanto quanto "desagradável". Também é necessário considerar o alto consumo das lâmpadas de 1000W, pois quando são ligadas mais de 3 dessas lâmpadas em um ambiente fotográfico, sem uma preparação adequada da rede elétrica, pode-se ter disjuntores caindo a todo o momento. A maioria das câmeras digitais disponíveis hoje em dia no mercado são dotadas do recurso "white-balance". Devido à cor amarelada emitida pelas lâmpadas halógenas (3200ºKelvin), faz-se necessário o uso do recurso "white-balance" para que a câmera "enxergue" essa luz como se fosse branca. Existem vários tipos diferentes de iluminadores que podem ser usados neste tipo de iluminação, cada qual com suas características próprias. Muitos destes iluminadores são usados na iluminação para filmagens (vídeo). Outro ponto a ser levado em consideração na hora da escolha é a relação custo benefício (preço x horas de vida útil) das lâmpadas que são utilizadas nestes iluminadores. Existem iluminadores halógenas que aceitam os mesmos acessórios usados na linha de flashes de estúdio, que é o caso do Tubo Base Halógena (que pode trabalhar com lâmpadas de 300W ou 650W) com encaixe para hazys, softs, refletores e até mesmo alguns modelos de sombrinhas. Se esta for mesmo a sua opção, o melhor é optar pelo Tubo Base Halógena, ou então pelo Colortek 1000 Octo, que recentemente ganhou novos acessórios (hazy light de 0,50 x 0,50m, 0,70 x 0,70m, 1,00 x 1,00m e Soft 90 x 90cm). Uma ótima opção para fotografia de objetos de grande porte, como mesas, cadeiras, móveis, etc., é o Soft Light 2000 halógena, que tem uma excelente difusão de luz e uma ótima potência, afinal, são 2 lâmpadas de 1000Watts cada, dentro de um soft de 90 x 90cm. Caberá na opção de iluminação com luz halógena a mesma configuração usada na opção com flashes de estúdio:
Configuração de um estúdio com luz halógena para fotografar produtos de pequeno ou médio porte com câmeras digitaisOpÇÃo 1Apenas 1 ponto de luz
1 Tubo Base Halógena ou 1 Colortek Octo
1 Hazy ou Soft Light no maior tamanho possível, levando em conta o espaço físico disponível
1 Girafa ou Grua para suportar o Tubo Base Halógena ou Colortek 1000 II e seu acessório de modo que a luz venha de cima para baixo
1 Mesa de Still de acordo com suas necessidades.
1 Rolo de Papel Branco para foto de produtos.
2 Rebatedores laterais para direcionar a luz para as laterais do produto


OpÇÃo 2:Três pontos de luz
3 Tubos Base Halógenas ou 3 Colorteks 1000 Octo
3 Hazys ou Softs no maior tamanho possível, levando em conta o espaço físico de que você dispõe
1 Girafa ou Grua para suportar o Tubo Base Halógena ou Colortek 1000 Octo e seu acessório que iluminará a parte superior do produto de modo que a luz venha de cima para baixo
2 Tripés para sustentar os Tubos Base Halógenas ou Colorteks 1000 Octo que iluminarão as laterais e/ou a parte frontal do produto.
1 Mesa de Still de acordo com suas necessidades.
1 Rolo de Papel Branco para foto de produtos.
1 Refletor Parabólico ou outro modelo para ser eventualmente usado em um dos iluminadores no lugar do hazy ou soft, para iluminar a mesa de still de baixo para cima eliminando assim, eventuais sombras indesejáveis e "limpando" o fundo, deixando-o totalmente branco.
1 Tripé pequeno tipo base redonda ou back-light

Fotografia de Produtos com Luz Fria

A luz fluorescente tem se mostrado muito eficiente para a captura digital principalmente para a foto de produtos. Neste caso também se pode fazer necessário o uso do recurso "white-balance" para que a câmera "enxergue" essa luz como se fosse branca, dependendo do tipo de lâmpada fluorescente usada. Este tipo de iluminador não permite o uso de acessórios e portanto a configuração de um estúdio com luz fluorescente fica restrita ao uso simples com luz direta, já que as lâmpadas fluorescentes têm como característica a emissão de luz suave. Teremos então dois iluminadores fluorescentes para luz lateral e/ou frontal e a um para iluminar de cima para baixo.
Configuração de um estúdio com luz fluorescente para fotografar produtos de pequeno ou médio porte com câmeras digitais



OpÇÃo 1Apenas 1 ponto de luz
1 Luminária Fluorescente Digilight 4 x 55w (Luz Fria)
1 Girafa ou Grua para suportar a Luminária Fluorescente que iluminará a parte superior do produto de modo que a luz venha de cima para baixo
1 Mesa de Still de acordo com suas necessidades.
1 Rolo de Papel Branco para foto de produtos.
2 Rebatedores laterais para direcionar a luz para as laterais do produto

OpÇÃo 2:Três pontos de luz
3 Luminárias Fluorescentes Digilight 4 x 55w (Luz Fria)
1 Girafa ou Grua para suportar uma das Luminária Fluorescentes que iluminará a parte superior do produto de modo que a luz venha de cima para baixo
2 Tripés para sustentar as Luminárias Fluorescentes que iluminarão as laterais e/ou a parte frontal do produto.
1 Mesa de Still de acordo com suas necessidades.
1 Rolo de Papel Branco para foto de produtos.






domingo, 28 de junho de 2009

Linguagem Fotográfica

Um trabalho fotográfico possui vida própria. É, ou deve ser, justificado por si mesmo.
Cada fotógrafo deve estar consciente da ação de fotografar, que além de "captar imagens", é um registro de sua opinião sobre as coisas, sobre o mundo. A sua abordagem sobre qualquer tema o define e o expressa.
Há aqueles que só aplicam a técnica fotográfica e outros que a utilizam como meio, extrapolando o seu bidimensionalismo, expandindo-se no tridimensional da informação e da expressão.
Cabe a nós adequarmos a fotografia aos nossos sentimentos, sensibilidade e criatividade.
A fotografia tem linguagem própria e seus elementos podem ser manipulados pelo estudo e a pesquisa ou pela própria intuição do fotógrafo.
Temos que saber que o equipamento nos permite que a fotografia aconteça com certa precisão, mas estes aparatos somente são instrumentos que o fotógrafo utiliza dependendo do seu posicionamento, conhecimento e vivência da realidade que pretende retratar.
O fotógrafo deve utilizar o plano visual com elementos precisos, como se fosse uma "mala de viagem", cuja ocupação requer racionalidade e utilidade dos componentes. É a elaboração criativa destes elementos dentro do quadro visual , que permite a sintetização da idéia na retratação da realidade.


Interessa não só pela capacidade narrativa desses elementos, como também pelo seu conteúdo dramático.
Ocorre com todas as formas de comunicação, e, em particular, com as artes, por terem linguagem própria.
Na fotografia, a linguagem está relacionada às características, aos modos, pelos quais a fotografia existe. Para chegar a seu objetivo, necessita transpor um complexo processo técnico; e é este processo a base da linguagem fotográfica. A base técnica da realização da fotografia determina os elementos da linguagem.
O estudo da linguagem decorre da necessidade de "dizer" alguma coisa e é proveniente de um processo de experimentação dos recursos colocados à disposição da fotografia pela técnica.
Evidentemente, todo avanço técnico enriquece e modifica a linguagem; como exemplo podemos notar pela história, a mudança nos valores dos elementos da linguagem no surgimento da foto em cores.
Os recursos elementares da base técnica são os filmes e a câmara.
Cada chapa do filme possui uma imagem gravada de uma realidade exterior, obtida através dos controles que a máquina possibilita.
A superfície do filme tem uma dimensão determinada, sejam os cartuchos, os 135, os 120 ou mesmo os filmes em chapas; o processo fotográfico reduz uma realidade tridimensional a uma imagem bidimensional, as objetivas têm determinadas distâncias focais que modificam estas realidade de diferentes formas .
A janela da câmara tem um formato determinado: 18 x 24 mm., 24 x 36mm., 6 x 6cm.,
4 x 5 polegadas e outros. Vemos que, ao fotografar a realidade, a câmara já realiza determinadas transformações do real, convertendo-o numa imagem de dimensões determinadas e sujeito a um certo número de limitações. São estas "limitações" que vão ser elaboradas criativamente como linguagem fotográfica.
Como elementos da linguagem fotográfica temos:
a) planos - corte, enquadramento
b) foco - foco diferencial, desfoque, profundidade de campo
c) movimento - em maior e em menor grau, estaticidade
d) forma - espaço
e) ângulo - posição da máquina
f) cor - gradação de cinzas, as cores
g) textura - impressão visual
h) iluminação - sombras, luzes
i) aberrações - óticas, químicas
j) perspectiva - linhas
l) equilíbrio e composição - balanço, arranjo visual dos elementos.


PLANO


Quanto ao distanciamento da câmara em relação ao objeto fotografado, levando-se em conta a organização dos elementos internos do enquadramento, verifica-se que a distinção entre os planos não é somente uma diferença formal, cada um possui uma capacidade narrativa, um conteúdo dramático próprio.
É justamente isso que permite que eles formem uma unidade de linguagem, a significação decorre do uso adequado dos elementos descritivos e/ou dramáticos contidos como possibilidades em cada plano.
Veremos cada plano, usando a nomenclatura cinematográfica para, didaticamente, facilitar as definições dos enquadramentos ajudando seu estudo. Os planos se dividem em três grupos principais:
- os plano gerais
- os planos médios
- os primeiros planos
Grande Plano Geral (GPG)
O ambiente é o elemento primordial. O sujeito é um elemento dominado pela situação geográfica. Objetivamente a área do quadro é preenchida pelo ambiente deixando uma pequena parcela deste espaço para o sujeito que também o dimensiona. Seu valor descritivo está na importância da localização geográfica do sujeito e o seu valor dramático está no envolvimento, ou esmagamento, do sujeito pelo ambiente. Pode enfatizar a dominação do ambiente sobre o homem ou, simbolicamente, a solidão.
Plano Geral (PG)
Neste enquadramento, o ambiente ocupa uma menor parte do quadro: divide, assim, o espaço com o sujeito. Existe aqui uma integração entre eles. Tem grande valor descritivo, situa a ação e situa o homem no ambiente em que ocorre a ação. O dramático advém do tipo de relação existente entre o sujeito e o ambiente. O PG é necessário para localizar o espaço da ação
Plano Médio (PM)
É o enquadramento em que o sujeito preenche o quadro - os pés sobre a linha inferior, a cabeça encostando na superior do quadro, até o enquadramento cuja linha inferior corte o sujeito na cintura. Como se vê, os planos não são rigorosamente fixados por enquadres exatos. Eles permitem variações, sendo definidos muito mais pelo equilíbrio entre os elementos do quadro, do que por medidas formais exatas.
Os PM são bastante descritivos, diferem dos PG que narram a situação geográfica, porque descrevem a ação e o sujeito.
Primeiro Plano (PP)
Enquadra o sujeito dando destaque ao seu semblante. Sua função principal é registrar a emoção da fisionomia. O PP isola o sujeito do ambiente, portanto, "dirige" a atenção do espectador.
Plano de Detalhe (PD)
O PD isola uma parte do rosto do sujeito. Evidentemente, é um plano de grande impacto pela ampliação que dá a um pormenor que, geralmente, não percebemos com minúcia. Pode chegar a criar formas quase abstratas.

FOCO

Dentro dos limites técnicos, temos possibilidades de controlar não só a localização do foco, como também a quantidade de elementos que ficarão nítidos.
Além disso, podemos também trabalhar com a falta de foco, ou seja, o desfoque.
Podemos enfatizar melhor um elemento da fotografia sobre os demais, selecionando-o como ponto de maior nitidez dentro do quadro. A escolha depende do autor mas a força da mensagem deve muito ao foco. É ele que vai ressaltar um certo objeto em detrimento dos outros constantes no enquadramento. A pequena falta de foco de todos os elementos que compõem a imagem pode servir para a suavização dos traços, o contrário acontece quando há total nitidez, que demonstra a rudeza ou brutalidade da realidade.

MOVIMENTO
O captar ou não o movimento do sujeito é também uma escolha do fotógrafo. Às vezes, um objeto é realçado quando a sua ação é registrada em movimento, ou o movimento é o principal elemento, portanto deve-se captá-lo. Outras vezes, a força maior da ação reside na sua estagnação, na visão estática obtida pelo controle na máquina.


FORMA
Forma não é só o contorno; é o modo do objeto ocupar espaço. As possibilidades normais da fotografia, fornecem aspectos bidimensionais da imagem; a forma, enquanto aspecto isolado, pode fornecer a sensação tridimensional. A maneira pela qual a câmara pode fornecer a sensação tridimensional, depende de alguns truques visuais, tais como: a maneira pela qual as imagens são compostas; os efeitos da perspectiva; a relação entre os objetos longe e objetos próximos.

ANGULO A câmara pode ser situada tanto na mesma altura do sujeito, , como também abaixo ou acima dele. Ao fotografarmos com a máquina de "cima para baixo" (mergulho), ou de "baixo para cima" (contra-mergulho) temos que nos preocupar com a impressão subjetiva causada por esta visão.
A máquina na posição de mergulho, tende a diminuir o sujeito em relação ao espectador e pode significar derrota, opressão, submissão, fraqueza do sujeito; enquanto que o contra-mergulho pode ressaltar sua grandeza, sua força, seu domínio. Evidentemente estas colocações vão depender do contexto em que forem usadas.

COR É a mais imediata evidência da visão. Ela pode propiciar uma maior proximidade da realidade, limitando a imaginação do espectador, o que já não acontece nas fotos B&P que nos fornece, nos meios tons, a sensação de diferença das cores. A escolha de B&P ou colorido, vai determinar diferentes respostas do espectador, já que as cores também são uma forma de sugerir uma realidade enganosa. A cor pode e deve ser usada desde que sob um cuidadoso controle estético.

TEXTURA A textura fornece a idéia de substância, densidade e tato. A textura pode ser vista isoladamente. A superfície de um objeto pode apresentar textura lisa, porosa ou grossa, dependendo do ângulo, dos cortes, da luz...
A eliminação da textura na fotografia pode causar impacto, uma vez que é a forma de eliminar aspectos da realidade, distorcendo-a. A textura é elemento muito importante para a criação do real dentro da fotografia, embora possa, também, desvirtuá-lo.


Iluminação
A iluminação fornece inúmeras possibilidades ao fotógrafo. Ela está interligada aos outros elementos da linguagem, funcionando de forma decisiva na obtenção do clima desejado, seja de sonho, devaneio, ou de impacto, surpresa e suspense. A iluminação pode enfatizar um elemento, destacando-o dos demais como também pode alterar sua conotação.

Aberrações

As aberrações podem ser causadas quimicamente ou oticamente.
Todas as deformações da imagem, que a técnica fotográfica nos permite usar, têm conotações bastante marcantes. As deformações, causadas nas proporções das formas dos elementos da foto, fogem á realidade causando um forte impacto. Outras aberrações, como a mudança dos tons, das cores, pode criar um clima de sonho, de "fora do tempo", de irreal. Todas estas mudanças da realidade provocadas intencionalmente pelo fotógrafo, têm como objetivo primordial a alteração do clima de realidade e, portanto, devem ser muito bem elaboradas.

Perspectiva

A perspectiva auxilia a indicação da profundidade e da forma, uma vez que cria a ilusão de espaço tridimensional. Ela se determina a partir de um ponto de convergência que centraliza a linha, ou as linhas principais da fotografia.



Composição e Equilíbrio Composição é o arranjo visual dos elementos, e o equilíbrio é produzido pela interação destes componentes visuais.
O equilíbrio independe dos elementos individuais, mas sim do relativo peso que o fotógrafo dá a cada elemento. Desta maneira, considera-se que o mais importante para o equilíbrio é o interesse que determinará a composição dos outros elementos, tais como: volume, localização, cor, conceituação. Como todos os outros elementos, o equilíbrio será conseguido de acordo com os propósitos do fotógrafo, de evocar ou não estabilidade, conforto, harmonia, etc...
CUIDADOS

Os gases de bolas de naftalina, inibidores de bolor, impermeabilizantes ou conservantes de madeira, tintas, vernizes, e colas para madeira podem contaminar as gavetas e prejudicar os materiais fotográficos. Portanto, prateleiras de estantes de livros abertas podem ser um local melhor para guardar álbuns e cópias.
Como as cópias estão em contato direto com as páginas do álbum de fotografias, certifique-se de que os materiais do álbum são adequados para o armazenamento de fotografias por longos períodos. Verifique estes itens - capa, páginas, saquinhos de plástico, cantoneiras, dobradiças, e a tinta utilizada para a identificação. (Veja: "Utilize Materiais de Embalagem Adequados").
Montagem e exibição de cópias. A questão se uma cópia deve ou não ser montada permanece controversa. Por um lado, a maioria dos que têm sob sua guarda materiais fotográficos argumenta que os artefatos fotográficos, cópias antigas, ou cópias recentes de valor considerável nunca deveriam ser montadas. Estas pessoas seguem um princípio de conservação que diz que trabalhos de arte originais deverão ser preservados sem qualquer alteração. A montagem de uma cópia valiosa poderá realmente diminuir seu valor de mercado e colocar em risco sua autenticidade. Além disso, fotografias mais antigas podem ter selos de ex- proprietários (por ex.: museus ou outras instituições), marcações de tamanho para uso em publicação (relacionando a cópia com uma publicação impressa específica), ou outras marcações importantes na base. Para preservar imagens importantes, é interessante limitar o acesso a elas, vê-las somente por curtos períodos, e armazená-las em arquivo.
Por outro lado, a montagem de cópias fotográficas proporciona várias vantagens: fornece rigidez, impede enrugamento e possibilita proteção física. Em geral, as cópias são montadas quando estão sendo preparadas para venda ou exibição. A montagem é adequada especialmente para cópias feitas recentemente e quando o negativo original estiver armazenado em segurança. Muitas cópias idênticas podem ser feitas ao mesmo tempo e as extras deixadas não montadas para facilitar o armazenamento em arquivo. Se os negativos ou os outros originais não estiverem disponíveis, será uma boa idéia fazer cópias para montagem e exibição, e guardar as originais de forma segura.
Selecione o material de montagem da mesma maneira como você seleciona o material de impressão adequado às suas necessidades. Quando montar as cópias de pouco valor para exibição por curto período, você não necessita utilizar materiais de montagem e métodos de arquivo. Entretanto, quando seu objetivo for a conservação por longo período, a montagem deverá ter qualidade de arquivo. A montagem para longo período ou para conservação exige que o procedimento seja reversível; isto é, você deverá ser capaz de remover a cópia da montagem sem causar danos à mesma. Portanto, você deverá sempre registrar no verso do suporte quais os materiais de montagem utilizados. Use para isso um lápis nº 0 ou nº 1, sem pressão excessiva.
A placa de suporte é o material mais comumente utilizado para montar fotografias. A maioria das placas de suporte para uso fotográfico é isenta de ácido e compensação de pH. (Utilize materiais não isentos de ácido e compensação de pH somente para montagem por curto período). Um método para montagem por longo período envolve a fixação da cópia à placa de conservação com dobradiças de papel ou cantoneiras, livres de ácido. Intercale as cópias montadas com papel isento de ácido quando for armazená-las.
Dois tipos de tecidos para montagem a seco são reconhecidos pela norma do American National Standards Institute (ANSI) PH4.21-1979, Specification for Thermally Activated Dry-Mounting Tissue for Mounting Photographs (Especificação para Tecido de Montagem a Seco Ativado Termicamente para Montar Fotografias). O tecido Tipo 1 é permanente - você não pode remover a cópia da placa de suporte sem danificar a impressão ou a placa. O tecido Tipo 2 é um tipo destacável que permite remover a cópia da placa de suporte ao reaquecer a impressão montada. O Tecido de Montagem a Seco (Dry Mounting Tissue) KODAK, Tipo 2, é um adesivo para montagem de cópias em cores ou preto-e-branco feitas sobre RC ou papéis à base de fibras, com uma temperatura de rolo de impressão de 82ºC a 99ºC. Você pode utilizar algum tecido de montagem a seco para técnicas de montagem a quente ou a frio. Entretanto, a maioria dos tecidos de montagem a seco considerada como para arquivamento (na data desta publicação), é feita para montagem a quente. Adesivos de pasta de amido e acetato de polivinil (PVA) são satisfatórios para aplicações de curto período. Nunca utilize cola de borracha; seu alto teor de enxofre eventualmente causará a formação de manchas químicas sobre as cópias.
O exame de fotografias antigas mostra que os suportes maiores do que as cópias oferecem alguma proteção contra a deterioração decorrente da penetração química nas bordas das cópias. Quando você montar as cópias, utilize uma placa de suporte de tamanho suficiente para deixar bordas de aproximadamente 8 cm nas partes superior e lateral da cópia, e aproximadamente 9 cm na parte inferior. Se os suportes ficarem danificados, você poderá aparar as bordas.
Proteger a superfície das cópias ajudará a prolongar sua vida útil. Uma cobertura articulada ou tecido que cubra a cópia e o suporte oferece alguma proteção contra os gases atmosféricos ou materiais que possam entrar em contato com as mesmas enquanto estiverem armazenadas ou sendo transportadas. Proteja as cópias que planeja manusear freqüentemente com uma folha ou capa de material transparente. Os plásticos adequados para esta finalidade incluem o acetato de celulose e o tereftalato de polietileno (poliéster), sem revestimento superficial. Você pode proteger as cópias emolduradas com uma placa de vidro ou plástico rígido tal como o Plexiglas UF-3, que absorve a radiação ultravioleta. Deixe sempre uma separação mínima entre a cópia e o vidro ou plástico.
Muitas vezes, as cópias em cores são laqueadas ou envernizadas para melhorar sua aparência; para proteger contra sujeira, riscos, e abrasão; ou para permitir retoque a lápis em sua superfície. Existem muitas lacas ou vernizes diferentes, e os fabricantes alteram as fórmulas constantemente. Portanto, é difícil dizer se uma laca ou verniz específico afetará de maneira adversa a estabilidade das imagens a longo prazo. Como determinados ingredientes da laca ou verniz podem acelerar o desbotamento do corante nas cópias, será melhor não utilizar estes materiais se você pretende armazenar as cópias por muito tempo.
Você nem sempre pode expor as cópias de uma maneira que permita a conservação por longos períodos. Melhor será exibi-las sob iluminação incandescente reduzida, tal como a luz caseira normal. Coloque as cópias o mais distante possível de fontes de luz e da luz solar direta. Evite temperaturas acima de 24ºC, umidade relativa acima de 50%, e substâncias químicas e gases prejudiciais. Para suas coleções importantes, você pode utilizar dispositivos de monitoramento de gases para medir concentrações de gases químicos corrosivos. Se você não pode manter as condições de exposição ideais, faça várias cópias idênticas de seus negativos ou transparências. Armazene as cópias adicionais em um local frio, seco, escuro. As cópias extras irão durar mais do que as expostas, e você poderá utilizá-las como substituição.


ESTUDIO MONTAGEM

Book com IluminaÇÃo HalÓgena Deve-se levar em conta na hora de optar pela iluminação halógena para fotografia de modelos, a quantidade de calor que é gerada pelas lâmpadas desse tipo, que acabam por tornar o ambiente fotográfico um tanto quanto "desagradável". Também é necessário considerar o alto consumo de energia das lâmpadas de 1000W, já que, quando são acesas mais de 3 dessas lâmpadas em um ambiente fotográfico sem uma preparação adequada da rede elétrica, pode-se ter disjuntores caindo a todo o momento. A maioria das câmeras digitais disponíveis hoje em dia no mercado, são dotadas do recurso "white-balance". Devido à cor amarelada emitida pelas lâmpadas halógenas (3200ºKelvin), faz-se necessário o uso do recurso "white-balance" para que a câmera "enxergue" essa luz como se fosse branca. Existem vários tipos diferentes de iluminadores que podem ser usados neste tipo de iluminação, cada qual com suas características próprias. Muitos destes iluminadores são usados na iluminação para filmagens (vídeo). Outro ponto a ser levado em consideração na hora da escolha é a relação custo benefício (preço X horas de vida útil) das lâmpadas que são utilizadas nestes iluminadores. Existem iluminadores halógenas que aceitam os mesmos acessórios usados na linha de flashes de estúdio, que é o caso do Tubo Base Halógena (que pode trabalhar com lâmpadas de 300W ou 650W) com encaixe para hazys, softs, refletores e até mesmo alguns modelos de sombrinhas. O vídeo light 1000 também pode trabalhar com sombrinhas, mas devido ao grande calor gerado, é recomendável que se use somente sombrinhas prateadas, douradas ou difusoras, evitando o uso com sombrinhas plásticas. Se esta for mesmo a sua opção, o melhor é optar pelo Tubo Base Halógena, ou então pelo Colortek 1000 Octo, que recentemente ganhou novos acessórios (hazy light de 0,50 x 0,50m, 0,70 x 0,70m, 1,00 x 1,00m e soft 90 x 90cm). Caberá na opção de iluminação com luz halógena a mesma configuração usada na opção com flashes de estúdio:
Luz Principal:
Um ou dois pontos de luz (4 opções)1. Vídeo Light 1000 com Sombrinha Prateada e Tripé2. Tubo Base Halógena com Hazy, Soft ou Refletor Angular e Sombrinha Prateada com Tripé3. Colortek 1000 Octo, com Hazy Light e Tripé4. Soft Light 2000 halógena com tripé adequado
Luz de Fundo:Um ou dois pontos de luz (2 opções)1. Tubo Base Halógena com Refletor Base Colméia, Bandeira em metal e Tripé2. Colortek 1000 Octo com Bandeira em metal e Tripé
Luz de Cabelo:Um ponto de luz (2 opções)1. Tubo Base Halógena com Snoot e Girafa ou Grua2. Colortek 1000 Octo com Bandeira em metal e Girafa ou Grua
Book com Luz Fria
A luz fluorescente tem se mostrado muito eficiente para a captura digital principalmente para a foto de produtos. Existe também quem opte por esse tipo de luz para fotografar modelos. Neste caso também se pode fazer necessário o uso do recurso "white-balance" para que a câmera "enxergue" essa luz como se fosse branca, dependendo do tipo de lâmpada fluorescente usada. Este tipo de iluminador não permite o uso de acessórios e portanto, a configuração de um estúdio com luz fluorescente fica restrita ao uso simples com luz direta, já que as lâmpadas fluorescentes têm como característica própria, a emissão de luz suave. Teremos então dois iluminadores fluorescentes para luz principal e um ou dois para luz de fundo. Fica um pouco complicado colocar uma luminária desse tipo para iluminar o cabelo da modelo, mas isso não é impossível. Por tratar-se de um tipo de luz que não proporciona grandes aberturas, é mais usada para fotos em closes, com a luminária bem próxima da modelo.
Fotografia de Produtos com Flash Na fotografia de produtos para publicidade com câmeras digitais, o flash também é uma ótima opção. No entanto, não são todas as câmeras fotográficas digitais que têm conexão (saída PC ou encaixe para sapata com saída PC) para fazer disparar os flashes de estúdio. Portanto é necessário saber se sua câmera digital tem esse recurso. Em alguns modelos de câmeras que não possuem nenhum tipo de conexão desse tipo, ainda é possível "driblar" esse inconveniente, adaptando uma fotocélula na extremidade de um cabo de sincronismo e colocando-a estrategicamente, de modo que a mesma receba a luz do disparo do flash interno da câmera digital, fazendo disparar também os flashes de estúdio. É importante observar nesse caso que a luz emitida pelo flash interno da câmera, deve atingir somente a fotocélula e não deve atingir o objeto da foto, bastando para isso que se use um pequeno bloqueador de papel preto, ou outro material, colado com fita adesiva ou preso com elástico ao corpo da câmera. Outro recurso interessante que algumas câmeras digitais trazem, é a possibilidade de se fazer "white-balance" com a luz dos flashes. Se você está certo de que sua câmera tem os recursos necessários para disparar flashes de estúdio, outro ponto a ser levado em consideração na hora da escolha do modelo do flash, é a variação de aberturas de que dispõe sua câmera. De acordo com essa variação, pode-se escolher um modelo de flash que combine com sua câmera.
Hazys e Softs
A vantagem de usar hazy light ou soft light acoplado ao flash está na luz difusa que eles proporcionam e também nas sombras suaves que são projetadas, além da possibilidade de usar estes mesmos acessórios na fotografia de modelos. A difusão da luz será maior, quanto maior for o tamanho do hazy ou soft e quanto mais próximo este estiver do assunto, portanto, colocar mais tecidos difusores (nylon branco) internos ou externos, apesar de ser possível, nem sempre implica em maior difusão da luz. Sendo assim, se você pretende tirar fotos de modelos e também de produtos com o mesmo equipamento, os softs ou hazys são a melhor opção. O soft é retangular enquanto o hazy é quadrado. Os modelos de softs strip (140 X 35 e 90 x 25cm) são mais indicados para efeitos, ou para fotos de produtos que necessitem dess formato de luz, enquanto que os demais modelos, inclusive os hazys, são para tomadas gerais. O soft também ajuda a evitar, devido a seu recuo, que a luz emitida pelo flash e filtrada pelos 2 tecidos difusores (interno e externo) incida diretamente na lente da câmera.
Configuração de um estúdio com Flash para fotografar produtos de pequeno ou médio porte:





OpÇÃo 1:Apenas um ponto de luz
1 Flash de estúdio adequado aos recursos da sua câmera
1 Hazy ou Soft Light no maior tamanho possível, levando em conta o espaço físico disponível
1 Girafa ou Grua para suportar o flash e seu acessório de modo que a luz venha de cima para baixo
1 Mesa de Still de acordo com suas necessidades.
1 Rolo de Papel Branco para foto de produtos.
2 Rebatedores Laterais para direcionar a luz para as laterais do produto

OpÇÃo 2:Três pontos de luz
3 Flashes de estúdio adequados aos recursos da sua câmera
3 Hazys ou Softs no maior tamanho possível, levando em conta o espaço físico de disponível
1 Girafa ou Grua para suportar o flash e seu acessório, para iluminar a parte superior do produto, de modo que a luz venha de cima para baixo
2 Tripés para sustentar os Flashes que iluminarão as laterais e/ou a parte frontal do produto.
1 Mesa de Still de acordo com suas necessidades.
1 Rolo de Papel Branco para foto de produtos.
1 Refletor Parabólico ou outro modelo para ser eventualmente usado em um dos flashes no lugar do hazy ou soft, para iluminar a mesa de still de baixo para cima eliminando assim, eventuais sombras indesejáveis e "limpando" o fundo, deixando-o totalmente branco.
1 Tripé pequeno tipo base redonda ou back-light


Fotografia de Produtos com IluminaÇÃo HalÓgena

Deve-se levar em conta na hora de optar pela iluminação halógena para fotografia de produtos, a quantidade de calor que é gerada pelas lâmpadas desse tipo, que acabam por tornar o ambiente fotográfico um tanto quanto "desagradável". Também é necessário considerar o alto consumo das lâmpadas de 1000W, pois quando são ligadas mais de 3 dessas lâmpadas em um ambiente fotográfico, sem uma preparação adequada da rede elétrica, pode-se ter disjuntores caindo a todo o momento. A maioria das câmeras digitais disponíveis hoje em dia no mercado são dotadas do recurso "white-balance". Devido à cor amarelada emitida pelas lâmpadas halógenas (3200ºKelvin), faz-se necessário o uso do recurso "white-balance" para que a câmera "enxergue" essa luz como se fosse branca. Existem vários tipos diferentes de iluminadores que podem ser usados neste tipo de iluminação, cada qual com suas características próprias. Muitos destes iluminadores são usados na iluminação para filmagens (vídeo). Outro ponto a ser levado em consideração na hora da escolha é a relação custo benefício (preço x horas de vida útil) das lâmpadas que são utilizadas nestes iluminadores. Existem iluminadores halógenas que aceitam os mesmos acessórios usados na linha de flashes de estúdio, que é o caso do Tubo Base Halógena (que pode trabalhar com lâmpadas de 300W ou 650W) com encaixe para hazys, softs, refletores e até mesmo alguns modelos de sombrinhas. Se esta for mesmo a sua opção, o melhor é optar pelo Tubo Base Halógena, ou então pelo Colortek 1000 Octo, que recentemente ganhou novos acessórios (hazy light de 0,50 x 0,50m, 0,70 x 0,70m, 1,00 x 1,00m e Soft 90 x 90cm). Uma ótima opção para fotografia de objetos de grande porte, como mesas, cadeiras, móveis, etc., é o Soft Light 2000 halógena, que tem uma excelente difusão de luz e uma ótima potência, afinal, são 2 lâmpadas de 1000Watts cada, dentro de um soft de 90 x 90cm. Caberá na opção de iluminação com luz halógena a mesma configuração usada na opção com flashes de estúdio:
Configuração de um estúdio com luz halógena para fotografar produtos de pequeno ou médio porte com câmeras digitaisOpÇÃo 1Apenas 1 ponto de luz
1 Tubo Base Halógena ou 1 Colortek Octo
1 Hazy ou Soft Light no maior tamanho possível, levando em conta o espaço físico disponível
1 Girafa ou Grua para suportar o Tubo Base Halógena ou Colortek 1000 II e seu acessório de modo que a luz venha de cima para baixo
1 Mesa de Still de acordo com suas necessidades.
1 Rolo de Papel Branco para foto de produtos.
2 Rebatedores laterais para direcionar a luz para as laterais do produto


OpÇÃo 2:Três pontos de luz
3 Tubos Base Halógenas ou 3 Colorteks 1000 Octo
3 Hazys ou Softs no maior tamanho possível, levando em conta o espaço físico de que você dispõe
1 Girafa ou Grua para suportar o Tubo Base Halógena ou Colortek 1000 Octo e seu acessório que iluminará a parte superior do produto de modo que a luz venha de cima para baixo
2 Tripés para sustentar os Tubos Base Halógenas ou Colorteks 1000 Octo que iluminarão as laterais e/ou a parte frontal do produto.
1 Mesa de Still de acordo com suas necessidades.
1 Rolo de Papel Branco para foto de produtos.
1 Refletor Parabólico ou outro modelo para ser eventualmente usado em um dos iluminadores no lugar do hazy ou soft, para iluminar a mesa de still de baixo para cima eliminando assim, eventuais sombras indesejáveis e "limpando" o fundo, deixando-o totalmente branco.
1 Tripé pequeno tipo base redonda ou back-light

Fotografia de Produtos com Luz Fria

A luz fluorescente tem se mostrado muito eficiente para a captura digital principalmente para a foto de produtos. Neste caso também se pode fazer necessário o uso do recurso "white-balance" para que a câmera "enxergue" essa luz como se fosse branca, dependendo do tipo de lâmpada fluorescente usada. Este tipo de iluminador não permite o uso de acessórios e portanto a configuração de um estúdio com luz fluorescente fica restrita ao uso simples com luz direta, já que as lâmpadas fluorescentes têm como característica a emissão de luz suave. Teremos então dois iluminadores fluorescentes para luz lateral e/ou frontal e a um para iluminar de cima para baixo.
Configuração de um estúdio com luz fluorescente para fotografar produtos de pequeno ou médio porte com câmeras digitais



OpÇÃo 1Apenas 1 ponto de luz
1 Luminária Fluorescente Digilight 4 x 55w (Luz Fria)
1 Girafa ou Grua para suportar a Luminária Fluorescente que iluminará a parte superior do produto de modo que a luz venha de cima para baixo
1 Mesa de Still de acordo com suas necessidades.
1 Rolo de Papel Branco para foto de produtos.
2 Rebatedores laterais para direcionar a luz para as laterais do produto

OpÇÃo 2:Três pontos de luz
3 Luminárias Fluorescentes Digilight 4 x 55w (Luz Fria)
1 Girafa ou Grua para suportar uma das Luminária Fluorescentes que iluminará a parte superior do produto de modo que a luz venha de cima para baixo
2 Tripés para sustentar as Luminárias Fluorescentes que iluminarão as laterais e/ou a parte frontal do produto.
1 Mesa de Still de acordo com suas necessidades.
1 Rolo de Papel Branco para foto de produtos.